Juro rotativo: o que é e 4 dicas para não cair nele

O Cartão de crédito foi uma das invenções mais revolucionárias e práticas no mundo das finanças, concorda? A praticidade e a segurança fez desse pedacinho de plástico indispensável no nosso dia a dia. Porém, o uso irresponsável pode ser problemático na hora de pagar a fatura. Conheça o juro rotativo, o que é e 4 dicas para não cair nele.

É do conhecimento de todos que o cartão de crédito possui taxas cobradas pelos bancos e que elas são altíssimas.

Entre elas está a taxa de juro rotativo, uma das taxas mais altas e que mais dão dores de cabeça.

Nesse artigo você vai aprender um pouco mais sobre o juro rotativo, o que ele é e 4 dicas para não cair nele, confira!

Cartão de crédito e o juro rotativo

Se você usa cartão de crédito é preciso entender um pouco mais sobre juro rotativo para não ficar com problemas.

O que mais vemos hoje são pessoas endividadas porque não conseguem pagar a fatura do cartão de crédito, não é?

Essa falta de controle de gastos e a promessa de pagar só no final do mês, ou no mês seguinte, colaboram para que os índices de dívidas feitas no cartão de crédito só aumentem.

Quando você não consegue pagar o valor total da fatura do cartão, o banco lhe dá uma oportunidade de pagamento.

Essa oportunidade consiste em pagar apenas o mínimo estipulado, ou quanto você conseguir, e passar o valor que faltou para a fatura do mês seguinte. Porém, esse valor que ficou faltando será influenciado pelo juro rotativo.

Ou seja, o juro rotativo é uma taxa cobrada em cima de um valor que não foi pago da sua fatura anterior, dando a possibilidade de pagar a fatura, somada do juro, no mês seguinte.

O grande problema de utilizar essa estratégia para pagar a dívida do cartão, é que ela pode gerar mais dívidas.

Isso porque as taxas de juros rotativos são exorbitantes, em 2017 a taxa fechou no valor de 334,6% ao ano, muita coisa, não?

2017 e as mudanças do juro rotativo do cartão de crédito

A ilusão de que pagar apenas uma parte da dívida do cartão de crédito e deixar o restante sofrendo com o juro rotativo, sabe-se lá por quantos meses, criou uma bola de neve para muitas pessoas.

Isso fez com que o conceito fosse repensado e, em Abril de 2017, o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou novas regras.

Entenda o que mudou no juro rotativo do cartão de crédito:

  • O pagamento mínimo era de 15%, agora cada banco estipula seu próprio valor, podendo variar de cliente para cliente.
  • Não existe mais diferença na taxa de juros rotativos de quem pagou o mínimo (eram mais baixas) ou não pagou (eram mais altas).
  • Não há diferença na taxa de juro, mas o banco poderá cobrar multa e juro de mora (limitado a 1% ao mês).
  • Só é possível usar a ferramenta de juros rotativos por um mês, depois disso o banco precisa dividir a dívida em parcelas com juros mais baixos.

Juros rotativos: 4 dicas para não cair nele

Mesmo com as medidas adotadas para as pessoas não se enroscarem tanto nas dívidas do cartão de crédito sob efeito do juro rotativo, as taxas continuam sendo mais altas que a média de outros juros.

O cartão de crédito pode ser ilusório para muitos, pagar contas no mês seguinte nem sempre é a melhor opção.

Isso porque ficamos com aquela impressão de “hoje não tenho dinheiro, mas mês que vem terei”, nisso contas vão acumulando.

Não passe por esse aperto, conheça 4 dicas para não cair nos juros rotativos:

  • Sempre organize seus gastos. Controle-os sempre e saiba quanto gastou e quanto ainda tem para gastar.
  • Se está apertado não compre nada desnecessário. Caso queira muito algo que não precise, nunca parcele, junte dinheiro e pague a vista.
  • Converse com seu banco e diminua o limite do seu cartão, faça com que o limite seja menor do que seu salário.
  • Tenha apenas um cartão de crédito. Fica mais fácil a organização e evita manobras em dias de pagamentos diferentes.

Você já tem informações sobre os juros rotativos, o que é e quatro dicas para não cair nele! Siga nossas dicas e não se atrapalhe com as contas!

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